“Enquanto inocentes morrem, líderes da direita e extrema direita aplaudem o imperialismo e a carnificina.”
Os mesmos que criticam o autoritarismo de Maduro aplaudem ditadores que se escondem sob o manto da democracia. A direita que se diz defensora da liberdade revela-se cúmplice de um modelo de dominação que julga, invade, mata e sequestra sem autorização internacional.
A incoerência é gritante:
- Falam em soberania, mas celebram a violação da soberania alheia.
- Defendem a vida, mas zombam da morte de inocentes.
- Condenam regimes autoritários, mas agem com autoritarismo e arrogância.
O ataque à Venezuela não foi apenas uma ação militar — foi um teste moral. E muitos falharam.
A nova face da guerra: espetáculo e cinismo
A guerra moderna não se trava apenas com armas, mas com narrativas. E a ultradireita soube transformar a dor alheia em entretenimento político. A tragédia virou conteúdo, a morte virou cliques, e o sofrimento virou munição ideológica.
O mundo assiste à ascensão de um modelo onde a violência é normalizada, a empatia é ridicularizada e a democracia é usada como escudo para a barbárie.


